sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Diferença entre o Foco no Problema e o Foco na Solução do Problema

Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO!

Quer obter sucesso? Foque uma solução ao invés de ficar pensando no problema.

Um paciente vai num consultório psicológico e diz pro doutor:

- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco! - Deixe-me tratar de você durante dois anos. - diz o psicólogo. - Venha três vezes por semana, e eu curo este problema. - E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente. - 120 reais por sessão - responde o psicólogo. - Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua. - Por que você não me procurou mais? - pergunta o psicólogo. - A 120 reais a consulta, três vezes por semana, dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais. - Ah é? Como? - pergunta o psicólogo. O sujeito responde: - Por 10 reais ele cortou os pés da cama…

sexta-feira, 10 de junho de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Guia de Análise de Acidentes

O MTe elaborou um manual para auxiliar empresas, profissionais e auditores-fiscais na análise de acidentes de trabalho.

O manual está disponível para download gratuito em http://www.mte.gov.br, link publicações / segurança e saúde no trabalho.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Projetos voltados para a educação são tema de subsite

A Coordenação de Educação da Fundacentro lançou em dezembro de 2010 o subsite do Programa Nacional de Educação em Segurança do Trabalhador - PROEDUC.

Criado em 1997, o Programa tem como objetivos produzir e difundir conhecimentos educativos desenvolvidos pela Fundacentro, estimular e contribuir para a atualização do conhecimento entre os diversos segmentos interessados em SST.

Com atuação em cinco regiões da Federação, o subsite está dividido por linhas de atuação, para melhor divulgação, atualização do conhecimento, e aperfeiçoamento profissional em segurança e saúde do trabalhador.

O PROEDUC é constituído por uma equipe multidisciplinar, que busca contemplar o contexto tripartite das relações entre saúde, trabalho e educação.

No subsite, o leitor pode conhecer as atividades do Programa, além de acessar cursos, publicações e notícias específicas do setor.

Confira: http://www.fundacentro.gov.br/index.asp?D=PROEDUC


(Fonte: Fundacentro)

Segurança no trabalho em alta na Construção Civil

O crescimento da Construção Civil, desde a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento e de incentivos como a redução do IPI para materiais de construção, o setor é um dos que vem mais crescendo e se fortalecendo em todo o país.

No Piauí, no ano de 2010, a Construção Civil foi responsável pela criação de 7.215 postos de empregos entre janeiro e novembro, o que representa 37% dos empregos criados no Estado.

Por conta do alto crescimento e dos novos postos de trabalho, o SINDUSCON Teresina tem incentivado a cada uma das empresas do setor a seguirem rigorosamente as segurança e a saúde do trabalho, baseadas na Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

"Além de informar sobre as normas que precisam ser cumpridas, queremos que setor seja mais seguro para cada um dos trabalhadores. Que eles possam realizar seu trabalho de forma correta, sem riscos e que continuemos neste ritmo de crescimento", diz o presidente do SINDUSCON Teresina, Andrade Júnior.

Entre essas normas, a NR-18 estabelece diretrizes administrativas, de planejamento e de organização para implementar medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção, além de determinar a elaboração do Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (Pcmat).

A maioria dos casos de acidentes de trabalho no Piauí, segundo os últimos dados da delegacia regional do Ministério do Trabalho, se concentra na construção civil. Em dez anos de auxílio aos trabalhadores o Grupo de Aconselhamento em Acidente do Trabalho - GRAAT, o Ministério registrou que 43,72% dos acidentes acontecem nas obras de construção. Em seguida estão os acidentes notificados na área de serviços (15,03%), indústria (8,24%), comércio (5,66%) e outros (27,35%). "Apesar de grande parte desses acidentes não ocorrer na indústria formal da construção civil, estes são números preocupantes e que não queremos que cresçam ainda mais. Incentivando a segurança e informando sobre melhores condições de trabalho podemos diminuir os índices e fazer da Construção Civil um setor cada vez mais seguro", finaliza Andrade Júnior.

(fonte: revista Proteção)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Inovação e a Era do Conhecimento: as lições que podemos aprender

A revista Época Negócios (para mim, a melhor do gênero no Brasil, melhor que a Exame e a Você S/A, também muito boas) traz uma matéria interessantíssima sobre criatividade e inovação - que afinal, são (ou deveriam ser) os grandes produtos dos profissionais de SSO.

Clique aqui e acesse.

Aproveito para desejar a todos os que lêem este blog Boas Festas e um excelente 2011!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Safety Culture – Six Basic Safety Program Elements

If you run a small business, sometimes it is hard to keep up with all the rules and regulations. However, there are some very basic elements that must be implemented into a management system. One example is Occupational Safety and Health Administration’s (OSHA’s) Proposed ‘I2P2′ Rule. According to OSHA, the proposed rule will “require employers to develop and implement a program that minimizes worker exposure to safety and health hazards.”

No one really knows what the proposed rule will look like, but we can usually make a good guess. So, to help with some these Safety program elements, OSHA’s “Safety and Health Program Management Guidelines”, published on January 26, 1989 provides some limited guidance that you can follow.

In many of the voluntary programs, OSHA outlines five elements that will help you to create a successful management system. From my standpoint, although management and employee participation is complementary and forms the core of an effective safety and health program, I want to make sure that there is a clear and distinct difference between management of the operation and employee participation. It will be easier to implement a management system if you understand what OSHA is considering a model system and then expand on the model to fit the organization. The following are the core elements of an effective management system:

  • Management leadership
  • Employee participation
  • Hazard identification and assessment
  • Hazard prevention and control
  • Information and training
  • Evaluation of program effectiveness

An effective management system addresses work-related hazards, including those potential hazards that could result from a change in workplace conditions or practices. In addition, it addresses hazards that are not regulatory driven by nature. The best advice is to not wait for an inspection or a workplace injury to occur before workplace hazards are addressed. If you do not already have a plan in place, then you should immediately create a plan for identifying and correcting hazards, and then implement the elements of the plan. The key is to have employees participate in the development and implementation of the plan.

It is a good practice to implement and maintain a management system that provides systematic policies, procedures, and practices that are adequate to protect employees from safety hazards. In other words, an effective system identifies provisions for the systematic identification, evaluation, and prevention or control of workplace hazards, specific job hazards, and potential hazards that may arise from foreseeable conditions.

No matter if a safety program is in writing or not is less important than how effective it is implemented, managed, and practiced. It should be obvious that as the size of the workplace, the number of employees, or the complexity of an operation increases, the need for written guidance will increase. The program should help to make sure that there is clear communication to all employees with consistent application of policies and procedures.

Management Leadership

Management leadership from the top down is the most important part of any process. “Lip service”, is not going to work and does not demonstrate commitment. Management demonstrates this commitment by providing the motivating force and the needed resources by including at least the following:

· Establishing the roles and responsibilities for managers, supervisors, and employees at all levels of the organization and holding each level accountable for carrying out their assigned responsibilities.

· Providing managers, supervisors, and employees with the authority, access to relevant information, training, and resources needed to carry out their responsibilities.

· Identifying at least one manager, supervisor, or employee to receive and respond to reports about safety conditions and, where appropriate, to initiate corrective action.

Just to make it clear, demonstration means “do as I do” and not “do as I say.” This is an important concept, no matter what you are tying to accomplish, always “walk-the-walk, and talk-the-talk”. If you say that you are going to do something, do it!

Employee participation

Employee participation provides the means for employees to develop and/or express their commitment to themselves and/or their fellow employees. Therefore, in any successful system, employees should be provided an opportunity to participate in establishing, implementing, and evaluating the safety system. To fulfill and enhance employee participation, management should implement some form of the following elements:

  • Regularly communicating with all employees concerning safety matters.
  • Providing employees with access to information relevant to the safety system.
  • Providing ways for employees to become involved in hazard identification and assessment, prioritizing hazards, safety training, and management system evaluation.
  • Establishing procedures where employees can report work-related hazards promptly and ways they can make recommendations about appropriate solutions to control the hazards identified.
  • Providing prompt responses to reports and recommendations.

It is important to remember that under an effective safety system, management encourages and supports employees to report safety hazards and making recommendations about associated hazard, or participating in the corrective actions for hazard as noted.

Hazard Identification and Assessment

A practical hazard analysis of the work environment involves a variety of elements to identify existing hazards and conditions as well as areas subject to change that might create new hazards. Using management techniques coupled with employee participation and continually analyzing the work environment to anticipate and develop programs to help prevent harmful occurrences will help to identify hazards. The following elements are recommended to help identify existing and potential hazards:

  • Conducting a baseline workplace assessment, updating assessments periodically, and allowing employees to participate in the assessments.
  • Analyzing planned and/or new facilities, process materials, and equipment.
  • Developing routine job hazards analyses and training employees on the hazards noted.
  • Assessing risk factors of ergonomics applications to employee’s tasks.
  • Conducting regular site safety inspections so that new or previously missed hazards are identified and corrected.
  • Providing a reliable system for employees to notify management about conditions that appear hazardous and to receive timely and appropriate responses. This system utilizes employee insight and experience in safety and allows employee concerns to be addressed. And the most important, the employee should be encouraged to use this system without fear of reprisal.
  • Investigating injuries, “near misses,” and loss producing events so that their causes and means of prevention can be identified.
  • Analyzing injury trends to identify patterns with common causes so that they can be reviewed and prevented

Hazards that employees are exposed should systematically be identified and evaluated. This evaluation can be accomplished by assessing compliance with the following activities and reviewing safety information for example:

  • The establishment’s injury experience.
  • The OSHA 300 logs
  • Workers’ compensation claims (Employers First Report of Injury)
  • Nurse and/or first aid logs
  • Results of any medical screening/surveillance
  • Employee safety complaints and reports
  • Environmental and biological exposure data
  • Information from prior workplace safety inspections
  • Material Safety Data Sheets (MSDS’s)
  • Results of employee safety perception surveys
  • Safety manuals
  • Safety warnings provided by equipment manufacturers and chemical supplier
  • Information about safety provided by trade associations or professional safety organizations
  • Results of prior incidents and investigations
  • Evaluating new equipment, materials, and processes for hazards before they are introduced into the workplace
  • Assessing the severity of identified hazards and ranking those that cannot be corrected immediately according to their severity

It is also important to evaluate other regulatory requirements that may impose additional and specific requirements for hazard identification and assessment.

Hazard Prevention and Control

Effective planning and design of the workplace or job task can help to prevent hazards. Where it is not feasible to eliminate hazards, action plans should be implemented that can help to control unsafe conditions.

Elimination or control should be accomplished in a timely manner once a hazard or potential hazards are identified. The following are some suggested measures:

  • Using engineering techniques where feasible and appropriate
  • Establishing safe work practices and procedures that could be understood and followed by all affected employees
  • Providing personal protective equipment (PPE) when engineering controls are not feasible
  • Using administrative controls. For example, reducing the duration of exposure
  • Maintaining the facility and equipment to prevent equipment breakdowns
  • Planning and preparing for emergencies and conducting training including emergency drills, as needed, ensuring that proper responses to emergencies will be “second nature” for all employees involved
  • Establishing a medical surveillance program that includes handling first aid cases onsite and off-site at a nearby physician and/or emergency medical care to help reduce the risk of any injury that may occur

Once identified, an action plan should be developed to help solve the issues or can be used to come into compliance with applicable requirements. These plans can include setting priorities and deadlines and tracking progress in controlling hazards.

Information and Training

Training is an important part of any program to ensure that all employees understand the requirements of the safety programs and potential hazards of the operation. This training should address the roles and responsibilities of both the management and the employees. It will be most effective when combined with other training about performance requirements and/or job practices. The complexity depends on the size and the nature of the hazards and potential hazards present. The following information and training should be provided to all levels:

  • The nature of the hazards and how to recognize them
  • The means to control these hazards
  • The protective measures that can be used to prevent and/or minimize exposure to hazards
  • The provisions of applicable requirements

Anyone who has responsibilities for the information and training should be provided the level of training necessary to carry out their safety responsibilities.

The following provides a brief explanation for some specific-level training. You should review your operation and expand on the brief summary.

Employee Training

Employee training programs should be designed to ensure that all employees understand and are aware of the hazards that they may be exposed and the proper methods for avoiding such hazards.

Management Training

Management must be trained to understand the key role they play in safety and to enable them to carry out their job duties effectively as follows:

  • Analyzing of the work under their supervision to anticipate and identify potential hazards
  • Maintaining physical protection in their work areas
  • Reinforcing employee training on the nature of potential hazards associated with their work and on protective measures. The reinforcement is done through continual performance feedback and, as necessary, through enforcement of safe work practices
  • Understanding their roles and responsibilities

Note that some compliance standards impose additional, more specific requirements for information, training, and education. Make sure that you read specific training requirements.

Evaluation of Program Effectiveness

The management system should be evaluated to ensure that it is effective and appropriate to specific workplace conditions. The system should be revised in a timely manner to correct any deficiencies as identified by any program evaluation. It is important that system elements be reviewed at least annually to evaluate their success in meeting the goals and objectives so that deficiencies can be identified and the program and/or the objectives can be revised when they do not meet the goal of an effective safety process.

The key to developing a management system is to provide visible top management involvement in implementing and sustaining the management system so that all employees understand that management’s commitment is serious.

Fonte: My Job Hazard Analysis - I2P2

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Número de acidentes de trabalho cai 15% em 2009, aponta pesquisa

Casos de morte devem diminuir com criação do FAP, que obrigou as empresas a pagarem, desde o início deste ano, de 1% a 3% de imposto sobre a folha de pagamentos a título de seguro


Os casos de acidentes de trabalho que resultaram em mortes caíram 15% em 2009, em relação a 2008, segundo números apresentados nesta quarta-feira (27) durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS). Em 2008, ocorreram 2,8 mil mortes nos diversos setores de atividade, número que no ano passado caiu para 2,49 mil, de acordo com dados preliminares levantados pelo Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social.

O representante da Confederação Nacional daIndústria (CNI) no conselho, Emerson Casali, afirmou que "a tendência é que os casos de morte reduzam mais ainda com a criação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP)", que passou a ser aplicado este ano.

A criação do FAP obrigou as empresas a pagarem, desde o início deste ano, de 1% a 3% de imposto sobre a folha de pagamentos a título de seguro contra acidente do trabalho, conforme o índice de ocorrências. Segundo Casali, “as empresas estão conscientes de que podem ganhar com investimentos na segurança do trabalho”, de forma a pagar menos.

Os acidentes de trabalho são medidos através do Nexo Técnico Previdenciário, aplicado na concessão de auxílio doença e benefícios por morte e invalidez, pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As empresas terão do dia 1º de novembro até a meia noite do dia 31 de dezembro para apresentar, por formulário eletrônico ao Ministério da Previdência Social, o índice de acidentes de trabalho verificados neste ano. Esses dados servirão de base para a cobrança do FAP, que incidirá sobre as folhas de pagamento em 2011. Estão fora da exigência 3,5 milhões de empresas do Simples nacional.

No levantamento feito no ano passado, das 922 mil empresas que se enquadram no pagamento do FAP, mais de 91%, equivalente a 844 mil empresas, contaram com redução de alíquota para 2010. Vão ter aumento da taxação quase 8,5% delas, equivalente a 78 mil empresas. Naindústria da transformação 78% das empresas contaram com bônus (redução da alíquota), na área de gás e eletricidade são 80,7%; na agricultura, pecuária produção florestal, pesca e aquicultura, 88,5% terão descontos; na construção civil, 82,9% e na área de saúde humana e serviços sociais 95,8% tiveram bônus no pagamento do FAP deste ano.

Fonte: Abril.com

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A importância da interação na aprendizagem

Paulo Campos

Nas aulas e palestras que ministro, tenho sempre a preocupação de fazer com que o encontro seja mais participativo e menos expositivo. Lembro uma vez, em 2002, num evento da HSM em que Peter Senge, renomado professor americano do MIT (Massachusetts Institute of Technology), propôs às mais de três mil pessoas na platéia que mexessem as suas cadeiras e formassem quartetos para conversar sobre a forma como as empresas aprendiam e ensinavam. Naquela manhã, entendi a importância de fazer com que o aluno e/ou ouvinte fosse o protagonista da aula. O que aprendemos fazendo não esquecemos, e quando podemos interagir com os outros aumentamos a velocidade e a profundidade desse aprendizado.

Atualmente a tecnologia tem contribuído muito para que cada um de nós possa escolher a sua forma de aprender, quando aprender e principalmente responder a pergunta: “Por que eu quero aprender?”. A Andragogia, ciência que estuda formas de auxiliar o adulto a aprender, defende em um dos seus princípios que a independência e autonomia do aluno são fatores-chave para um aprendizado efetivo e contínuo. Apesar disso, muitos adultos quando estão em sala de aula ainda assumem o papel de aluno (das “antigas”) e ficam esperando o professor passar a matéria para copiar.

Um tema que tenho tido a oportunidade de estudar e aplicar no LabSSJ, empresa onde trabalho, é oSocial Learning. Segundo essa teoria, o comportamento humano é orientado pela observação de outras pessoas e esse “olhar atento” reforça o poder da interação e das trocas de experiências durante o aprendizado. Enquanto para a criança experiência é o que ela faz, para o adulto experiência é o que ele é. É fundamental que no início de uma aula ou palestra, o facilitador investigue o conhecimento e a experiência dos participantes sobre o assunto e, a partir dele, faça o ajuste necessário de tal forma que a aula fique atraente, compreensível e prática.

O Social Learning tem como foco a aprendizagem que ocorre entre as pessoas e as suas redes de relacionamento e combina práticas formais e informais. Atualmente, é mais efetivo que cada um de nós encontre a maneira “preferida” de aprender e, a partir dessa consciência, também passe a explorar outras formas de aprendizado. Por exemplo: quer aprender sobre a pratica da Liderança? Você pode ler um livro sobre o assunto, assistir a uma palestra sobre o tema, seguir um especialista do assunto pelo Twitter ou fazer um curso de e-learning. Nos quatro exemplos, perceba que é você que deve ter um papel de protagonista em seu desenvolvimento.

Esse tema sobre as possibilidades de aprendizado em rede é muito atual e significativo. Na semana passada, ocorreram, entre outros, três eventos nessa linha em São Paulo: Vivo Educa, OnWeek e Cultura Digital. Todos trouxeram palestrantes para discutir temas como educação, tecnologia, Social Learning, propósito e inclusão digital. Mesmo sem sair da sala de aula, consegui acompanhar o que acontecia nos eventos através do Twitter, vídeos indicados, bibliografia sugerida e também pude aprender e compartilhar os conteúdos com os meus seguidores no Twitter. Além disso, passei a seguir e interagir com novos “colegas de aprendizado”.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre Social Learning acesse o link

http://www.youtube.com/user/labssj#p/u

Na aprendizagem de adultos favoreça a interação entre as pessoas, estimule sua curiosidade, permita um tempo para absorção e aplicação e, principalmente, faça com que eles percebam que esse hábito, de aprender sempre, é cada vez mais um diferencial para a vida profissional e pessoal. Se você é líder de uma equipe, contribua para essa cultura da aprendizagem, escolha um tema e compartilhe com ela. Mas lembre-se: a melhor forma de participar de conversações informais é a espontaneidade.

E aqui vai uma Dicaduka: na próxima aula na faculdade ou palestra a que for assistir, faça uma pesquisa com antecedência sobre o tema que será apresentado e registre numa folha suas principais conclusões até aquele momento. Ao final da aula/palestra, releia o que escreveu e acrescente suas descobertas. Tenho certeza que você irá lembrar-se da genial frase do genial Albert Einstein: “Uma mente uma vez expandida jamais retorna ao seu estado original”.

Fonte: blog Mochileiro Corporativo